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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Reencontro amargo #coxa

O jogador Rafinha foi o melhor em campo pelo Coxa, mas não impediu o tropeço

O adversário do Coritiba de ontem era o velho conhecido Vasco, com quem já havia feito outros três confrontos em 2010. E, depois de perder para o time carioca o título da Copa do Brasil, o Coxa novamente sucumbiu, com a derrota por 2 a 0.


Foi a primeira vez na temporada que o Coritiba enfrentava o Vasco com o veterano Juninho Pernambucano, que ainda não havia sido apresentado oficialmente até a decisão da Copa do Brasil, há três meses.Ontem, o meia fez a diferença em São Januário, interrompendo mais uma vez os planos de o Alviverde encorpar uma campanha rumo a Libertadores 2012. Com o resultado, o time do Alto da Glória segue com 29 pontos, na 10.ª posição. Está a 7 pontos do G5.


Ao contrário da rodada do final de semana, quando venceu o líder Corinthians, o Coritiba reprisou uma situação já conhecida do torcedor: vê o time com melhor toque de bola, mas com dificuldade para finalizar. Os dois gols sofridos saíram de jogadas de bola parada, ambas com papel fundamental de Juninho Pernambucano. O primeiro, aos 28 minutos, em uma bela cobrança de falta da intermediária. Antes de a bola entrar, tocou na ponta dos dedos de Vanderlei e bateu no travessão. “Sabíamos que o ponto forte deles era a bola parada. [O Juninho] bate a bola com efeito, já vinha sabendo que ele batia daquele jeito”, lamentou o arqueiro alviverde.


Mas o gol sofrido não resultou em lição aprendida: no segundo tempo, a defesa não interceptou a cobrança de falta do veterano vascaíno, desta vez, da esquerda, e deixou o volante Rômulo (convocado por Mano Menezes para o jogo contra a Argentina em 14 de setembro) cabecear e definir o placar aos 9 minutos.
Quando conseguiu chegar à grande área, o Coritiba, se não errou a finalização, parou na obediência tática da defesa vascaína. “Talvez a gente poderia ter aproveitado melhor alguns contra-ataques”, avaliou o volante Tcheco, que não conseguiu repetir as eficientes armações de jogadas de partidas anteriores, na noite em que comemorou, com a camisa 100, seu centésimo jogo com a camisa do clube.
O Coritiba retorna no início da tarde desta sexta-feira a Curitiba, onde se prepara para enfrentar, no domingo, o Botafogo, que vem de goleada de 4 a 0 sobre o Ceará.


Coxa mantém fragilidade como visitante
O técnico Marcelo Oliveira preferiu atribuir mais um revés fora de casa à qualidade de Juninho Pernambucano nas bolas paradas. Mas, o que pesou para a derrota foi a ineficiência dos atacantes do Coritiba. Marcos Aurélio pouco tocou na bola, até ser substituído por Éverton Ribeiro, no segundo tempo. E a primeira jogada de perigo de gol de Bill foi aos 26 minutos do segundo tempo, em um chute que bateu na rede pelo lado de fora.
O melhor desempenho foi do meia Rafinha, especialmente enquanto jogou pela esquerda, vencendo a marcação de Fágner. Na etapa complementar, Oliveira avançou o time, sacando o volante Willian (suspenso para o jogo contra o Botafogo) para a entrada do meia Everton Costa. Mas, na prática, com Rafinha caindo então pela direita, marcado por Jumar, quem se mostrou mais ofensivo foi justamente o Vasco.


Assim, o Coritiba mantém um baixo desempenho jogando como visitante. Em 11 jogos fora do Couto Pereira, conquistou apenas oito pontos dos 33 disputados. “Estaria mais chateado se tivesse acontecido preciosismo dos jogadores. Se entregaram, o Demerson, parece, quebrou o dedo do pé e continuou em campo, o Luccas [Claro, que entrou no lugar de Pereira, contundido, e sofreu um forte choque de cabeça com o zagueiro Renato Silva] também se machucou, o Rafinha precisou de aplicação de gelo no intervalo. Não tivemos a competência de transformar as oportunidades em gols”, afirmou o treinador.

Libertadores
A diretoria do Coritiba quer, até semana que vem, uma definição da CBF de quem será o dono da vaga na Libertadores reservada ao campeão da Copa do Brasil, caso o Vasco vença a Copa Sul-Americana. Em 2010, o direito foi dado ao vice-campeão da Copa do Brasil, o Vitória. Se mantiver a postura para 2011, o Coxa jogaria Libertadores em 2012 em caso de título do Vasco. O vice-presidente do Alviverde, Vilson Ribeiro de Andrade, disse ter a informação informal do diretor-técnico da CBF Virgílio Elísio de que o critério será repetido. Andrade afirma, ainda que irá ao Rio de Janeiro na próxima semana para ter um posicionamento oficial da CBF. Tudo porque, em caso de conquistar o direito de disputar a Libertadores, pretende antecipar o planejamento do clube.

Fonte: Gazeta do Povo
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