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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Uma só carne.

A dificuldade maior em entender esse texto, é porque muitos têm um conceito sobre vida conjugal que estão focados no fato que: experimentar a felicidade conjugal é um estado de ser intenso em função das atitudes da pessoa em corresponder cem por cento de todas as expectativas relacionadas ao casamento.

Todos querem e desejam a pessoa certa, mas não entendem que precisam ser a pessoa certa. Esse texto se refere à construção no processo de ser uma só carne; não a um estado de felicidade perpétuo, isso porque, a simples copula dentro do conceito de Paulo, já os tornava uma só carne. “Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse dois numa só carne.” (1Co 6:16).

As interpretações dos sentimentos dos namorados levam a duvidas e questionamentos após o casamento porque muitos pensam que o fato de estar apaixonados é a única razão de estar e permanecer casados. O que chamamos “estar apaixonado” é um estado de graça onde os olhos são abertos para a beleza física, os ouvidos as melodias e poesias, despertando os sentimentos mais nobres e ao mesmo tempo subordinando nossa sexualidade animal (pelo menos no começo) nesse sentido, o amor vence a luxúria, pois estar apaixonado é bem melhor que a sensualidade do prazer da carne pela carne, como um desejo egoísta e mesquinho.

Nenhum sentimento dura para sempre na sua intensidade. A paixão nos leva ao casamento, como uma ignição que faz movimentar a maquina do desejo de esta sempre com a pessoa escolhida todos os momentos da vida, mas a paixão por si não pode se tornar o motor que vai dirigir a vida conjugal, isso porque, a paixão é apenas um sentimento.

Aquela ideia dos finais de filmes “e foram felizes para sempre” está dizendo algo que provavelmente nunca foi e não será a verdade. Conhecimentos princípios e hábitos podem durar sempre, mas os sentimentos vão e vem. O que vem a seguir após a paixão é que vai determinar a ser verdadeiro, mesmo quando deixar de estar apaixonado. Ninguém pode prometer o mesmo sentimento por toda a vida, da mesma forma como não poderia prometer ter dor de cabeça ou fome sempre.

A ideia que estar casada é um estado permanente de felicidade não corresponde com a realidade de ninguém. Cumprir a promessa que fiz com pessoa que escolhi para companheira diante de Deus é que começa o processo de tornar-se uma só carne com ela.

Um casal tomava café da manhã no dia em que completavam Bodas de ouro. Como de costume, ela corta o pão, tira o miolo, passa manteiga, e pensa:“Sempre deixo ao meu esposo a melhor parte do pão, o miolo. Hoje, no nosso aniversário de casamento, vou eu comer essa parte, pois é a que mais gosto, e darei a ele a casca”. Ao oferecer a ele a casca, a reação dele foi de alegria: “Puxa, querida, obrigado por esse presente. A parte do pão que mais gosto de comer é a casca, mas todo o dia deixa você para que você saboreie o melhor que é o miolo.” Eu creio que esse casal alcançou o objetivo de se tornaram uma só carne. Ser uma só carne é ser e desejar sempre o melhor para a pessoa que eu amo.

É o amor que mantém a maquina do casamento ativa; quem suportaria viver a intensidade de uma paixão romântica o resto da vida? O que seria das amizades, do trabalho, do apetite, do sono? Ser uma só carne é aprender a amar, não como mero sentimento fugaz, mas como uma unidade pela graça que os parceiros recebem de Deus de viver com a incoerência do outro. Estar “apaixonado” leva o casal a jurar fidelidade um ao outro; o estar “apaixonado” não passa da ignição que deu partida numa intensa viagem de tornarem-se uma só carne.

Por
http://www.minacq.com.br/umasocarne.html


Onde Está Jesus Durante a Tempestade?

O mar da vida às vezes se enfurece com grandes ondas que quase nos engolem. Os ventos atacam com muita força, nos arrastam para longe, para alto-mar onde é mais escuro e longe do socorro de quem está na praia. Ficamos apavorados, e nos perguntamos: Onde está Deus?

O texto de Marcos 6:45-51 conta um episódio fantástico da trajetória de Jesus na terra. Ele despedia a multidão (que viveu o milagre da multiplicação de pães e peixes) e pediu que os doze entrassem em um barco e fossem para a outra banda do mar, onde Ele os encontraria. Despedida a multidão, Jesus subiu o monte para orar. Enquanto isso, os discípulos, já no meio do mar, enfrentavam um forte vento que dificultava a travessia. Gostaria de compartilhar algumas lições contidas nesse trecho.

Jesus ordenou que os discípulos fossem antes dEle para o outro lado do mar (v45). Na nossa caminhada cristã, muitas vezes o Senhor também nos ordena fazer algo sozinhos. Mas por que sozinhos? Primeiro, Ele só irá fazer isso quando já tivermos condições de irmos, quando a Palavra já foi ministrada, quando fomos alimentados o suficiente, quando recebemos a unção. Ele nunca irá mandar alguém despreparado fazer algo sozinho, seria sentenciar essa pessoa à morte. Segundo, Ele nos manda fazer algo sozinhos porque, tendo nos ensinado, é hora de exercer a fé. Os discípulos já tinha recebido autoridade e já tinham visto vários milagres; era hora do exercício.

O vento começou a atacar o barco, deixando os discípulos cansados. Além disso, era noite e eles já estavam muito distantes da praia, pois a Bíblia diz que era tarde quando Jesus foi sozinho orar e os discípulos estavam já no mar. Provavelmente algum deles pensou que iriam morrer ali; outro talvez questionou onde estaria Jesus, se Ele já estaria do outro lado, ou se Ele viria socorrê-los. Pode ser que outros ainda nem se lembraram dEle. Porém – não sei como – Jesus os via de longe (v48). Durante as tempestades que nos assolam muitas vezes pensamos que ninguém está vendo o nosso sofrimento. Nos sentimos sós, abandonados, sem esperança. Mas Jesus nos vê!

Jesus viu que a sua dificuldade para remar era por causa do vento, “que lhes era contrário”. Os ventos que vêm contra nosso barco torna mais difícil vencermos o mar. É o vento que forma as grandes ondas e empurra o barco na direção oposta da que ele precisa ir. É o vento que leva o barco para mais longe da margem. Porém, Jesus via todo o esforço deles.

O Mestre então desce e vai se encontrar com eles andando sobre as águas. Ao invés de se alegrarem e ficarem em paz, o pavor dos discípulos aumentou, pois eles “cuidaram que fosse um fantasma” (v 49). A Bíblia afirma que a intenção de Jesus era “passar-lhes adiante” (v 48)– creio que para ir à outra margem – e pode ser que isso tornou a ideia de ser um fantasma mais viva para eles. Muitas vezes a situação está tão difícil e por causa da falta de fé, sempre achamos que as coisas vão piorar e gritamos desesperados. Não reconhecemos Jesus que passa por nós por causa da nossa inquietação.

Vendo o desespero dos homens, Jesus lhes diz: “Tende bom ânimo, sou eu, não temais” (v 50). E quantas vezes continuamos a gritar mesmo Ele tendo nos dito que é Ele quem está perto? Só mesmo o Senhor para nos dizer isso em tempos como esse. Ele pode nos dizer isso porque ao andar sobre as águas, provou que aquilo que nos traz medo está sob Seus pés. Seja qual for a tormenta ou o vento que atinge o nosso barco, tudo está sob o domínio do Mestre.

E por fim, o vento só se acalmou quando Jesus entrou no barco (v. 50). Não foi quando Ele ainda se aproximava, muito menos quando Ele os viu pelejar, mas quando Ele entrou no barco. Assim, aprendemos que a solução do problema só acontece quando Jesus se revela a nós e traz paz em nosso coração, e quando isso acontece, o vento se acalma automaticamente.

Ele nos diz: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10).

Leonardo



Leonardo é formado em Letras pela UFV-MG, leciona inglês (língua que ama desde criança) em um curso de idiomas, atua como líder de evangelismo e secretário da igreja onde congrega. Ele é louco por Jesus e pela Obra do Espírito Santo. “Viver em Deus sem limites” é o seu foco.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sexo oral e religião

Sexo oral e religião

"Sou evangélica e queria saber se é errado fazer sexo oral com seu namorado antes do casamento"

Recebi essa pergunta e notei que tenho muitas leitoras religiosas. Sexo e religião têm uma dificuldade imensa em conviver pacificamente, mas isso não é culpa da religião, mas sim das pessoas.
Religião é algo que deve nos fazer sentir seguros, amparados. Acreditar em Deus deve trazer força para que a gente consiga ultrapassar os problemas do dia a dia sentindo que tem alguém dando um empurrãozinho.
As pessoas transformaram Deus em um cara malvado, que deixa todo mundo de castigo se não fazemos o que ele quer. Mas isso é uma coisa que as pessoas criaram não as religiões.
E uma das proibições religiosas é o sexo antes do casamento. O sexo é tratado como um pecado, um problema. Algumas religiões dizem que o sexo deve ser feito apenas para reprodução e depois de casados, então você não vai poder se divertir. Só vai poder transar se quiser ter filhos. E sexo oral é proibido, assim como anal, afinal você não vai engravidar, vai?
Em algum momento as religiões notaram que estavam perdendo adeptos por causa dessas regras e então começaram a deixar as coisas mais maleáveis. Um exemplo disso são os filmes pornôs religiosos, pole dance para Jesus, sex shop para casais religiosos e swing gospel.
Voltando à pergunta: é certo? É errado? Sexo oral antes do casamento pode?
Nada é errado se sua consciência diz que está tudo bem. Você está se respeitando e respeitando as pessoas com quem convive? O que você está fazendo vai machucar, magoar ou prejudicar alguém? Se as respostas forem não, está tudo bem.
O que você deve pensar é se você tem vontade de fazer sexo oral no seu namorado, e isso vale para antes ou depois do casamento. Você só deve fazer o que sente vontade. Não é sua obrigação fazer sexo, assim como não é proibido fazê-lo em nenhum momento da vida.
De que adianta você não fazer nada, mas pensar nisso o dia inteiro? Fantasiar mil coisas, pensar em sexo, sonhar com isso... Tudo isso se compara ao ato. O que importa é o que está dentro de você, e não apenas seus atos. Não adianta interpretar a ingênua no dia a dia e ter a cabeça cheia de "assuntos adultos". Você deve ser quem você é de verdade.
É importante lembrar que qualquer tipo de sexo é sexo — e isso inclui masturbação -, então se você resolver seguir as normas religiosas que sua crença impõe é hora de cortar todas essas coisas da sua vida - incluindo pensar no assunto.
E se você escolher não fazer, seu gato deve respeitar sua decisão. Se ele pressionar dizendo que isso é prova de amor, sabe o que você deve fazer? Provar seu amor a você mesma e dar um belo pé na bunda dele.
A decisão e a consciência são suas. O momento certo é você quem decide; não sou eu, nem a religião. Deus não é um cara mau, ele é uma energia de amor e coisas positivas. E o inferno é a gente quem faz. ;)

Por
Carol Patrocínio | Preliminares

Quais doenças podem ser transmitidas pelo sexo oral?


A resposta para a pergunta que dá título ao texto de hoje é simples: MUITAS! Pode parecer besteira, mas recebo muitos e-mails perguntando se sexo oral transmite doenças e algumas pesquisas comprovam que essa dúvida é recorrente e perigosa.

Em 2010, a ginecologista Maria Eugenia Caetano liderou uma pesquisa sobre sexo e chegou a conclusão de que, naquela época, 59,8% dos universitários nunca usavam camisinha para fazer sexo oral. Ok, isso você já imaginava, porém o dado mais assustador é esse: 48,6% dos bonitinhos que não usam proteção não sabiam dos riscos de contágio.
Combinando os dados dessa pesquisa com uma outra, do mesmo ano, feita na Universidade de Alberta, no Canadá, o assunto fica ainda mais importante. Esse segundo estudo diz que a relação com o sexo oral mudou e tornou-se uma escolha feita pela mulher – antes era apenas uma maneira de agradar o parceiro. Durante o estudo, 30% das mulheres disseram que se sentiam poderosas quando faziam sexo oral.

Ok, tudo lindo, né? Sim, tudo seria lindo se não fosse um outro dado desse estudo: 82% delas não usa preservativo. Se o número de pessoas fazendo sexo oral aumenta e o número de pessoas que não usa preservativo nesse momento não cresce, temos um problema enorme.

Para mudar isso, resolvi te dar uma ajudinha. Cada vez que você for colocar a boca nas áreas baixas de alguém lembre-se dessa listinha abaixo e previna-se!

Quais doenças podem ser transmitidas?
Todas as DSTs podem ser transmitidas pelo sexo oral. As mais comuns são HPV e herpes, que dependem apenas do contato com a pele. Além delas há outras doenças que podem ser transmitidas pelas secreções corporais. Você deve se lembrar delas do tempo de escola, são aquelas que ninguém queria ver as fotos nos livros didáticos: clamídia, gonorreia, sífilis, hepatite e, claro, AIDS.

Cospe ou engole?
Se você decidir que não vai mesmo usar o preservativo e prefere se arriscar, tudo bem. Aí você fica com o dilema de cuspir ou engolir o sêmem, certo? Tantos faz. Eles vai levar as mesmas DSTs para seu corpo. Se você tiver uma afta, corte ou machucadinho na boca, então, os riscos de ser contaminada são enormes.

Como se proteger?
Se você vai fazer sexo oral em um pênis, basta usar preservativo. Você pode escolher com gostinho, cheiro de frutas e sem lubrificante. Os sex shops têm todas essas opções e você pode se divertir bastante em uma visita.

Se você vai fazer sexo oral em uma vagina é um pouco mais complicado, mas nada que faça o esforço não valer a pena – mulheres gostam de receber sexo oral. Você pode cortar a base de uma camisinha, cortar o sentido do comprimento e transforma-la numa folha protetora. Aí é colocar sobre a vagina e divertir-se.

Há quem diga que filmes plásticos – aqueles usados para embalar alimentos – são uma boa opção, mas como a película é muito delicada, as chances de furar são maiores e você ficaria exposto.

Você tem alguma dúvida sobre sexo? Manda para mim no preliminarescomcarol@yahoo.com.br e siga-me no Twitter (@carolpatrocinio).

 
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