Blog do Dr. Marco Sobreira: VOCE SABE O QUE É CHIKUNGUNYA?: "O médico Pedro Luiz Tauil afirma que nova doença não é tão letal Uma nova doença vinda do Sudeste Asiático acaba de ser identificada no Bra..."
domingo, 12 de dezembro de 2010
Blog do Dr. Marco Sobreira: VOCE SABE O QUE É CHIKUNGUNYA?
Blog do Dr. Marco Sobreira: VOCE SABE O QUE É CHIKUNGUNYA?: "O médico Pedro Luiz Tauil afirma que nova doença não é tão letal Uma nova doença vinda do Sudeste Asiático acaba de ser identificada no Bra..."
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
FEIJOADA BRASILEIRA
História
A explicação popular mais difundida sobre a origem da feijoada é a de que os senhores – das fazendas de café, das minas de ouro e dos engenhos de açúcar – forneciam aos escravos os "restos" dos porcos, quando estes eram carneados. O cozimento desses ingredientes, com feijão e água, teria feito nascer a receita. Tal versão, contudo, não se sustenta, seja na tradição culinária, seja na mais leve pesquisa histórica. Segundo Carlos Augusto Ditadi, especialista em assuntos culturais e historiador do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, em artigo publicado na revista Gula, de maio de 1998, essa alegada origem da feijoada não passa de lenda contemporânea, nascida do folcloremoderno, numa visão romanceada das relações sociais e culturais da escravidão no Brasil.
O padrão alimentar do escravo não difere fundamentalmente no Brasil do século XVIII. Continuava tendo como base a farinha de mandioca ou de milho feita com água e mais alguns complementos, ou seja, o que fora estabelecido desde os primórdios. A sociedade escravista do Brasil, no século XVIII e parte do XIX, foi constantemente assolada pela escassez e carestia dos alimentos básicos, em decorrência da monocultura, da dedicação exclusiva à mineração e do regime de trabalho escravo, não sendo raros os óbitos por alimentação deficiente, incluindo a morte dos próprios senhores.
O escravo não podia ser simplesmente maltratado, pois custava caro e era a base da economia. Devia comer três vezes ao dia. Geralmente almoçava às 8 horas da manhã, jantava à 1 hora da tarde e ceava por volta de 8 ou 9 horas da noite. Nas referências históricas sobre o cardápio dos escravos, constatamos a presença inequívoca do angu de fubá de milho, ou de farinha de mandioca, além do feijão temperado com sal e gordura, servido muito ralo e a ocasional aparição de algum pedaço de carne de vaca ou de porco. Alguma laranja colhida do pé complementava o resto, o que evitava o escorbuto. Às vezes, em final de boa colheita de café, o capataz da fazenda podia até dar um porco inteiro aos escravos. Mas isso era exceção. Não existe nenhuma referência conhecida a respeito de uma humilde e pobre feijoada, elaborada no interior da maioria das tristes e famélicas senzalas.
Existe também um recibo de compra pela Casa Imperial, de 30 de abril de 1889, em um açougue da cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, no qual se vê que consumiam-se carne verde, de vitela, carneiro, porco, linguiça, linguiça de sangue, fígado, rins, língua, miolos,fressura de boi e molhos de tripas. O que comprova que não eram só escravos que comiam esses ingredientes, e que não eram de modo algum "restos". Ao contrário, eram considerados iguarias. Em 1817, Jean-Baptiste Debret já relata a regulamentação da profissão de tripeiro, na cidade do Rio de Janeiro, que eram vendedores ambulantes, e que se abasteciam destas partes dos animais em matadouros de gado e porcos. Ele também informa que os miolos iam para os hospitais, e que fígado, coração e tripas eram utilizados para fazer o angu, comumente vendido por escravas de ganho ou forras nas praças e ruas da cidade.
Portanto, o mais provável é creditar as origens da feijoada a partir de influências europeias. Provavelmente, sua origem tem a ver com receitas portuguesas, das regiões da Estremadura, das Beiras e de Trás-os-Montes e Alto Douro, que misturam feijão de vários tipos - menos feijão preto (de origem americana) - linguiças, orelhas e pé de porco. De fato, cozidos são comuns na Europa, como o cassouletfrancês, que também leva feijão no seu preparo. Na Espanha, o cozido madrilenho, e, na Itália, a “casseruola” ou "casserola" milanesa são preparados com grão-de-bico. Aparentemente, todos estes pratos tiveram evolução semelhante à da feijoada, que foi incrementada com o passar do tempo, até se transformar no prato da atualidade. Câmara Cascudo observou que sua fórmula continua em desenvolvimento.
A feijoada já parece ser bem conhecida no início do século XIX, como atesta um anúncio, publicado no Diario de Pernambuco, na cidade doRecife, de 7 de agosto de 1833, no qual um restaurante, o Hotel Théâtre, recém-inaugurado, informa que às quintas-feiras seria servida "feijoada à brasileira". Em 3 de março de 1840, no mesmo jornal, o Padre Carapuceiro publicava um artigo, no qual dizia:
| Nas famílias onde se desconhece a verdadeira gastronomia, onde se tomam regabofes, é prática usual e comezinha converter em feijoada os fragmentos do jantar da véspera, ao que chamam enterro dos ossos [...] Lançam-se em uma grande panela ou caldeirão restos de perus, de leitões assados, fatacões de toucinho e de presunto, além disto bons vassalhos de carne seca vulgo ceará, tudo vai de mistura com o indispensável feijão: fica tudo reduzido a uma graxa! [4] | — ' |
Em 1848, o mesmo Diário de Pernambuco já anunciava a venda de "carne de toucinho, própria para feijoadas, a 80 réis a libra". No dia 6 de janeiro de 1849, no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, é comunicado que a recém instalada casa de pasto "Novo Café do Commércio", junto ao botequim da "Fama do Café com Leite", servirá em todas as terças e quintas-feiras, a pedido de muitos fregueses, "A Bella Feijoada à Brazilleira".
DOIS EM CENA: Quase 40% das obras do PAC não foram concluídas
DOIS EM CENA: Quase 40% das obras do PAC não foram concluídas: "Número foi apresentado durante cerimônia de balanço de 4 anos do PAC. Em 4 anos, obras concluídas totalizam R$ 444 bilhões em investimentos...."
Blog do Dr. Marco Sobreira: O MÉDICO DOS MÉDICOS.
Blog do Dr. Marco Sobreira: O MÉDICO DOS MÉDICOS.: "Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010. Boa noite a todos! Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeir..."
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
aspirina pode reduzir câncer
Estudo sugere que a aspirina pode reduzir mortes por diversos tipos de câncer
Estudo foi publicado nesta terça-feira pela revista médica britânica The Lancet
Uma pequena quantidade de aspirina, ingerida diariamente, reduz consideravelmente o risco de óbito por diversos tipos de câncer, como o de colo e o de próstata, revela um estudo publicado nesta terça-feira pela revista médica britânica The Lancet. Pesquisas precedentes já haviam mostrado que uma dose diária de 75 mg de aspirina, tomada durante um longo período, permite reduzir em mais de 30% o risco de morte por câncer de colo.
Neste novo estudo, dedicado a princípio à prevenção cardiovascular, a equipe liderada pelo professor Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, concluiu que a aspirina reduz o risco de óbito por diversos tipos de câncer. Segundo os testes, que incluíram 25.570 pacientes, a ingestão de aspirina diariamente durante 20 anos reduz o risco de óbito por câncer de próstata em cerca de 10%, de câncer de pulmão, em 30%, de câncer de colo, em 40%, e de câncer de esôfago, em 60%.
Para os casos de câncer e esôfago e de pulmão o benefício está limitado aos tumores chamados "adenocarcinomas". Segundo o professor Rothwell, os resultados não implicam em que todos os adultos devem tomar aspirina, mas revelam a importância da aspirina na redução da mortalidade relacionada a vários tipos de câncer, o que é uma novidade.
Neste novo estudo, dedicado a princípio à prevenção cardiovascular, a equipe liderada pelo professor Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, concluiu que a aspirina reduz o risco de óbito por diversos tipos de câncer. Segundo os testes, que incluíram 25.570 pacientes, a ingestão de aspirina diariamente durante 20 anos reduz o risco de óbito por câncer de próstata em cerca de 10%, de câncer de pulmão, em 30%, de câncer de colo, em 40%, e de câncer de esôfago, em 60%.
Para os casos de câncer e esôfago e de pulmão o benefício está limitado aos tumores chamados "adenocarcinomas". Segundo o professor Rothwell, os resultados não implicam em que todos os adultos devem tomar aspirina, mas revelam a importância da aspirina na redução da mortalidade relacionada a vários tipos de câncer, o que é uma novidade.
domingo, 5 de dezembro de 2010
CELULAR E O CANCER
VAMOS ESPALHAR A NOTÍCIA É DE UTILIDADE PUBLICA.
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"Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?", questiona pesquisadora
A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu "Disconnect" (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: "Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?".
A epidemiologista Devra Davis, 64
Folha - Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?
Devra Davis - Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiaçãoo] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.
Folha - Quais os riscos, exatamente?
Devra Davis - O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.
Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.
Folha - Mas há estudo em humanos que dá provas categóricas?
Devra Davis - Quando você diz "provas", você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.
Folha - Qual a maior evidência disso?
Devra Davis - A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram divididas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.
Folha - Crianças correm mais perigo?
Devra Davis - O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.
Folha - Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.
Devra Davis - Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.
Folha - É possível comparar a radiação de celular à fumaça?
Devra Davis - Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.
Folha - Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?
Devra Davis - Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.
Folha - Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?
Devra Davis - Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.
Folha - Mas celular é um vício!
Devra Davis - Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.
RAIO-X
FORMAÇÃO
Doutora em estudos científicos pela Universidade de Chicago e mestre em saúde pública pela Johns Hopkins.
ATIVISMO
É fundadora da ONG Environmental Health Trust, que faz campanhas sobre riscos do tabaco, amianto e dos celulares para a saúde
LIVROS
"When Smoke Ran Like Water" (2002), sobre poluição, "The Secret History of the War on Cancer" (2007), sobre as causas ambientais do cãncer, e "Disconnect" (2010)
Fonte: Folha Online de 07/11/2010 - 16h02,___
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"Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?", questiona pesquisadora
A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu "Disconnect" (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: "Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?".
A epidemiologista Devra Davis, 64
Folha - Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?
Devra Davis - Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiaçãoo] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.
Folha - Quais os riscos, exatamente?
Devra Davis - O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.
Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.
Folha - Mas há estudo em humanos que dá provas categóricas?
Devra Davis - Quando você diz "provas", você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.
Folha - Qual a maior evidência disso?
Devra Davis - A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram divididas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.
Folha - Crianças correm mais perigo?
Devra Davis - O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.
Folha - Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.
Devra Davis - Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.
Folha - É possível comparar a radiação de celular à fumaça?
Devra Davis - Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.
Folha - Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?
Devra Davis - Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.
Folha - Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?
Devra Davis - Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.
Folha - Mas celular é um vício!
Devra Davis - Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.
RAIO-X
FORMAÇÃO
Doutora em estudos científicos pela Universidade de Chicago e mestre em saúde pública pela Johns Hopkins.
ATIVISMO
É fundadora da ONG Environmental Health Trust, que faz campanhas sobre riscos do tabaco, amianto e dos celulares para a saúde
LIVROS
"When Smoke Ran Like Water" (2002), sobre poluição, "The Secret History of the War on Cancer" (2007), sobre as causas ambientais do cãncer, e "Disconnect" (2010)
Fonte: Folha Online de 07/11/2010 - 16h02,___
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tuka Scaletti: Curitiba = Marcon substitui Sebastiani na prefeitu...
Tuka Scaletti: Curitiba = Marcon substitui Sebastiani na prefeitu...: "Tweet no Fábio Campana João Luiz Marcon, funcionário de carreira há 35 anos, vai substituir Luiz Eduardo Sebastiani na secretaria da Fazen..."
LENDAS DO BIFE SUJO
| Lendas do Restaurante Bife Sujo |
| Escrito por Luciana do Rocio |
| Sáb, 21 de Junho de 2008 15:24 |
Lendas do Restaurante Bife Sujo Em Curitiba existe um restaurante chamado Bife Sujo , localizado na Rua Saldanha Marinho que abriga muitas lendas urbanas , veremos algumas delas abaixo : A Panela Mágica : Reza a lenda que a família que inaugurou este restaurante ganhou uma panela mágica , no final dos anos sessenta . Segundo dizem , uma cigana vendeu uma panela para uns rapazes e disse : - Esta panela é mágica ! - Por isto , ela nunca deverá ser lavada ! - Com os poderes dela, vocês montarão um restaurante que ficará famoso . - Mas caso apareça alguém com a intenção de lavar esta panela , o estabelecimento correrá o risco de pegar fogo . Algum tempo se passou e os moços montaram um restaurante chamado Bife Sujo no começo dos anos setenta . A lenda , também , diz que eles batizaram o restaurante com este nome em homenagem a panela sobrenatural e que por isto ela não é lavada há mais de 25 anos . Isto comprova a realidade do ditado que afirma : “ panela velha é que faz comida boa . “ Em julho de 2007 uma nova funcionária tentou lavar a panela molhando um pouco o instrumento com detergente , porém o objeto foi salvo pela cozinheira mais antiga . Mas , mesmo assim , a profecia da cigana aconteceu : o restaurante pegou fogo no mesmo mês . Porém alguns dias depois , o estabelecimento foi reformado e inaugurado novamente . Fantasma de Paulo Leminski : Dizem que o restaurante Bife Sujo foi muito freqüentado pelo poeta Paulo Leminski nos anos setenta e oitenta . Conforme a lenda , este escritor sempre pedia uma mistura de Smirnoff e Martini . Assim nasceu esta famosa bebida que foi batizada de : Leminski . Em 1989 , este poeta faleceu . Porém dizem que é possível ver o fantasma do escritor entrando no bar todas as sextas – feiras , a meia – noite . Nossa Senhora Aparecida : Falam que um dos donos deste restaurante tem muita fé Um certo dia , este rapaz estava com sua moto na estrada e sofreu um grave acidente . Então , ele rezou para a santa , foi socorrido e se recuperou . Como agradecimento , o moço colocou um adesivo com a imagem de Nossa Senhora Aparecida em sua moto Harley Davidson da cor bordô . Bem , até hoje não sabemos se estas lendas sobre o restaurante Bife Sujo são verdadeiras . Mas temos certeza que as comidas deste estabelecimento são deliciosas . Luciana do Rocio Mallon |





17:47
@NeiOliver

