Translate

follow in instagram

Instagram
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

POLÍTICO É ENGOLIDO POR COBRA SUCURI NO AMAZONAS



Um deputado de Santa Catarina foi engolido por uma cobra Sucuri, na manhã desta quarta-feira (8), durante um passeio pelo Amazonas. De acordo com testemunhas, o deputado fazia um passeio de barco, bebia uísque e contava dinheiro de uma maleta, bastante feliz, quando foi surpreendido pela cobra. “Eu vi quando a cobra pegou, enrolou, e engoliu”, contou um pescador que estava próximo do local.

Após presenciar o ataque da sucuri contra o deputado, o pescador foi até uma comunidade buscar ajuda. Entretanto, ao invés de conseguir ajuda, conseguiu na verdade foi alavancar gargalhada do povo. “O povo começou a rir, e até bolaram no chão gargalhando, quando eu contei que o engolido foi um político”, disse o pescador ao repórter de G17. A esposa do deputado foi informada do ocorrido na tarde de hoje.
“Eu acho é pouco. Quem mandou ir esconder dinheiro no Amazonas”,
disse a viúva.

Fonte: G17

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

IMPORTANTE! Novo vídeo do #EuVotoDistrital e votação da Reforma Política

Olá,

Acabamos de lançar um NOVO VÍDEO sobre o nosso movimento!

Veja, espalhe e curta! ESTÁ DEMAIS!

http://www.youtube.com/watch?v=bCr2cWtxKMY

VOTAÇÃO DA REFORMA POLÍTICA

Hoje há mais uma votação do projeto da Reforma Política. O relator, deputado Henrique Fontana (PT-RS), apresentará o projeto em uma comissão especial à tarde. Vamos pressioná-lo! Não vamos continuar sendo ignorados! Somos a única reforma eleitoral que tem um movimento social por trás. Já somos mais de 113 mil PESSOAS!

Além de divulgar o movimento espalhando o novo vídeo, veja como você pode pressioná-lo diretamente:
http://www.euvotodistrital.org.br/eventos/a-populacao-prefere-o-voto-distrital/

Leia também o artigo "Falsas objeções ao voto distrital" que saiu hoje no ESTADÃO:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,falsas-objecoes--ao-voto-distrital-,790619,0.htm

GRUPOS DE AÇÃO

Quer ajudar mais o movimento? Gosta de ir pra rua, ficar na web ou argumentar? Criamos novos grupos de ação para atender todos os perfis de voluntários. Encontre o seu grupo e participe!

http://www.euvotodistrital.org.br/novidades/novos-grupos-de-acao/

Rumo aos 200 mil!

Beatriz, Emygdio, Pablo e Vinicius

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Tucano Gustavo Fruet voa para o PDT.

O EDITOR

O ex-deputado paranaense Gustavo Fruet, que deixou o PSDB em julho, anunciou nesta quarta-feira (28) a filiação ao PDT. Fruet pretende disputar a Prefeitura de Curitiba em 2012, e saiu do PSDB devido à falta de apoio para disputar o cargo pelo partido. "Não guardo nenhuma mágoa do PSDB. Estou pensando no futuro", disse o político. Fruet, que foi deputado federal por três mandatos, era um dos líderes da oposição ao governo Lula no Congresso e ganhou projeção nacional depois de ter sido um dos relatores da CPI dos Correios, em 2005, que investigou o mensalão. 

Agora, ele vai integrar um partido que compõe a base aliada do governo de Dilma Rousseff (PT). Sobre a mudança, Fruet se justificou: "Não se faz política sem enfrentar também essas contradições, sem ter a capacidade de construir uma aliança com lideranças de diferentes partidos a favor de um projeto maior, sob pena de não avançarmos. Nesse momento, ou eu faço uma opção ou deixo a vida pública". A respeito do governo Dilma, afirmou que continuará "com a mesma postura crítica", mas que agora está focado na questão local e na disputa da Prefeitura de Curitiba. "Não sou mais deputado federal. Não adianta haver uma expectativa de que eu vá ter os mesmos pronunciamentos que eu tinha na Câmara", disse.(Da Folha Poder)
Tweet

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Controversa execução nos EUA desperta consternação internacional

DEUTCH WELLE – MUNDO | 22.09.2011
Controversa execução nos EUA desperta consternação internacional

Troy Davis, acusado de matar um policial em 1989
Após 20 anos no corredor da morte, um acusado negro de matar um policial branco na Geórgia foi executado, apesar dos apelos do exterior. Caso é um dos mais polêmicos da história da pena de morte nos Estados Unidos.

Às 23h08 (horário local) desta quarta-feira (21/09), Troy Davis foi declarado morto. Depois de uma incomum longa deliberação, que provocou o atraso da execução em mais de quatro horas, a Suprema Corte dos Estados Unidos emitiu um comunicado em que rejeitou o pedido de suspensão da pena. Na prisão de Jackson, no estado da Geórgia, a injeção letal executou o afro-americano de 42 anos, preso há 20, acusado de ter assassinado o policial Mark MacPhail.
O caso causou polêmica devido à existência de sérias dúvidas quanto à autoria do crime, e se transformou num dos processos mais controversos dos Estados Unidos. Nem os apelos do ex-presidente norte-americano Jimmy Carter, ou do papa Bento 16 impediram que Davis fosse executado.
Nesta quinta-feira, a comunidade internacional reagiu. “Nós deploramos fortemente que os numerosos apelos de clemência não tenham sido considerados”, declarou o ministério francês do Exterior. A França também ressaltou sua oposição à pena de morte “independentemente de onde ela aconteça e das circunstâncias”.
A Anistia Internacional, que organizou uma grande campanha mundial contra a execução, considera que “este é um retrocesso enorme para os direitos humanos nos Estados Unidos, já que um homem foi condenado a partir de evidência duvidosa e executado pelo Estado”, disse Salil Shetty, secretário-geral da organização. O diretor da Anistia Internacional, Harry Cox, afirmou que, em 30 anos de trabalho contra a pena de morte, ele ainda não viu uma condenação tão duvidosa.
Protestos em frente à prisão onde Davis foi executadoDesconfiança e preconceito
O caso de Davis foi apresentado pela defesa como um típico cidadão negro condenado injustamente pela morte de um branco, e reabriu o debate sobre a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos. Davis ouviu sua pena em 1991, dois anos depois do assassinato de MacPhail, em Savannah, na Geórgia.


Protesto diante da prisão onde Troy Davis foi executado

Na época do crime, nove testemunhas acusaram Davis da autoria dos disparos, mas a arma nunca foi encontrada. Impressões digitais ou resquícios de DNA nunca foram detectados. No decorrer do processo, sete testemunhas voltaram atrás e mudaram seu depoimento – algumas chegaram a afirmar, inclusive, que foram forçadas por policiais a acusar Davis.
A execução do acusado foi adiada três vezes. Em 2008, o Supremo Tribunal havia concedido a suspensão temporária da pena e determinou uma audição no ano seguinte. No entanto, Davis não teria conseguido provar a sua inocência, disse um juiz federal à época.
Desde a reintrodução da pena de morte nos Estados Unidos, em 1976, o estado da Geórgia levou a cabo 51 execuções e apenas sete indultos foram concedidos. Davis foi a 35º pessoa executada no país neste ano. Dos 50 estados norte-americanos, 34 permitem pena de morte.
NP/dpa/afp/lusa
Revisão: Roselaine Wandscheer


Filed under: Política

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Eleição , voto distrital


Eleições

O voto distrital aproxima o eleitor do seu representante no Congresso, melhora a fiscalização sobre os deputados e diminui a corrupção.
O modelo brasileiro de votação para a Câmara dos Deputados faz duas vítimas a cada pleito: a lógica e o eleitor. A lógica, porque regras obtusas permitem, por exemplo, que votos dados a um candidato sejam usados para eleger outro. O eleitor, porque a ineficiência do processo faz com que, semanas depois de ir às urnas, ele mal se lembre de em quem votou.
A fim de corrigir essas distorções, um grupo de empresários e estudantes de São Paulo está propondo a adoção do voto distrital no Brasil. O modelo parte da divisão do país em distritos (no caso do Brasil, 513 – o mesmo número de cadeiras na Câmara), que elegeriam, cada um, o seu representante.
Os organizadores do movimento “Eu voto distrital” prepararam uma série de simulações sobre como seria o Brasil sob esse novo modelo. Uma delas revela que, se o sistema já estivesse em vigor em 2010, o partido que mais perderia com ele seria o PT – o que explica o fato de a sigla ser, desde já, inimiga número 1 da proposta.
A edição de VEJA que chegou às bancas neste sábado traz dez motivos pelos quais essa ideia merece o seu apoio. Entre eles estão o barateamento das campanhas, o fim do efeito Tiririca, o enfraquecimento das oligarquias e a diminuição da corrupção. Se ao final da reportagem você também ficar convencido de que o distrital é a melhor opção para o país, basta clicar aqui para assinar a petição que será enviada aos parlamentares em Brasília, propondo a mudança.

Fonte: Veja.com

domingo, 4 de setembro de 2011

Delírio ou crime da Veja?

Delírio ou crime da Veja?

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Democracia é um sistema amplamente generoso e, portanto, perfeitamente suportável por qualquer pessoa normal. Por exemplo: você pode delirar à vontade desde que, com seus delírios, não invada o direito do outro e, sobretudo, da coletividade. É livre o direito à crítica, pois, conquanto o crítico saiba que, ao exercê-lo, arrisca-se a ultrapassar limites e a cometer calúnia ou difamação e, assim, a ter que se sujeitar às conseqüências de seu ato.

Criticar além da conta, inventando fatos sobre o outro que você não pode provar que ocorreram tal como disse, é ruim e perigoso. Mas não é crime até que fique provado que não tinha razões suficientes para afirmar o que afirmou. Já agir de forma física contra alguém na ânsia de conseguir provar o que diz sobre ele, se você não for uma autoridade estará cometendo um crime. Tal ato não está coberto pelo direito democrático de se manifestar.

Se eu acho que você age desta ou daquela forma desonesta e digo isso publicamente, você pode até me processar. Mas só terei cometido crime se não conseguir provar o que disse sobre você. Agora, se eu, para juntar provas contra você, invado a sua casa, estou cometendo um crime e o fato de o acusar de ser o criminoso não me garante justificativa.

Na Inglaterra, o jornal The News of the World foi fechado e jornalistas estão sendo presos por terem feito exatamente o que fez o repórter Gustavo Pereira, da Veja. Ele, como seus congêneres britânicos, instalou equipamentos de monitoramento de imagens e/ou de áudio de pessoas sobre as quais queria informações.

Os britânicos, à esquerda e à direita, horrorizaram-se com o que fez o jornal de Rupert Murdoch porque são civilizados o suficiente para saberem que quando se instala o vale-tudo em uma sociedade, ninguém está a salvo. A injustiça que se faz a um é a ameaça que se faz a todos, diria o Barão de Montesquieu.

À luz desses fatos, chegamos ao “Day After” nas páginas da Veja – à edição posterior à da semana passada. Recebo trechos da reportagem desta semana daquela revista que versa sobre seu affair com José Dirceu – e que, diga-se, não saiu na capa. É um delírio de cabo a rabo. Contrasta com os últimos fatos de uma forma chocante, como demonstrarei a seguir.

A matéria diz que “Dilma Rousseff ficou surpresa ao saber que o presidente da Petrobras foi ao encontro do ‘consultor’ José Dirceu num quarto de hotel em horário de expediente – e logo depois de uma reunião com ela no Palácio do Planalto”.

É mesmo? Como a Veja sabe disso? Será que colocou câmeras ou escutas no gabinete da presidente no Palácio do Planalto ou, quem sabe, em seu dormitório no Palácio da Alvorada? Talvez, pior, tenha colocado um espião nos ambientes íntimos da presidente da República. Seria o mordomo?

De uma coisa, porém, é possível ter certeza: os fatos da semana passada deixam ver que a Veja usa esses métodos – ou tenta usar.

Já ao fim, o novo delírio da revista afirma que “A configuração [da mesa com Dilma, Lula e Dirceu no Congressso do PT, ontem] foi cuidadosamente pensada. Com a imprensa postada no fundo do salão, em qualquer foto da presidente inevitavelmente aparecerá Lula ao lado e Dirceu ao fundo. Lula, como era de esperar, elogiou Dirceu e criticou a imprensa. Dilma começou seu discurso saudando os presentes. Quando terminava, alguém na plateia gritou: ‘E o Zé Dirceu?’. A presidente, de maneira protocolar, saudou a presença do ‘companheiro José Dirceu’. Foi aplaudida pela claque. Aparências salvas, o conteúdo permanece imutável: Dirceu é mesmo um espectro”.

Essa bobagem não oferece a menor sustentação de que é real, mas gera uma questão: Dirceu não era o “Poderoso Chefão”? De uma semana para cá, com o PT se levantando em peso em sua defesa, virou “espectro”, é? Bem, não importa. O direito de delirar é livre e democrático, mas só até quando não faz o delirante ultrapassar aquela linha que separa a loucura da criminalidade. Aí ele tem que aguentar as consequências.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Política , uma forma de caridade

Política uma forma de caridade
por
geldoni

A política pode ser uma forma sublime de caridade.
Política é a arte de organizar uma nação com regras, leis, objetivando o bem comum.
Caridade pode ser um sentimento ou uma ação altruísta que não visa recompensa.
Então vejamos:
Muitos que entram na política partidária almejam um dia serem eleitos a algum cargo eletivo, alguns fazem disso até uma meta de vida, um sonho; outros transformam isso em profissão, o que nunca deveria ser, pode ser também busca de poder, status, deixar seu nome marcado na história, seja no município, no estado ou país.
Quando estão em campanha tem ideias e ideais, querem melhorar a vida do povo, muitos projetos em mente, muitas promessas nesse momento podem ser feitas e assim iludem o povo mais humilde e carente.
Esquecem esses seres que são meros empregados do povo e que tudo que fizerem para melhorar as condições deste povo, não passa de obrigação.
Ao pensar um projeto, uma lei, estes políticos devem pensar o alcance que isso terá, sem ter o sentimento de soberba, mas o sentimento da caridade.
E assim, como servos inúteis, praticar esta ação altruísta, sem almejar nada em troca, sem pensar na próxima eleição, sem pensar em homenagens que possa receber.
A política, séria, pode sim, e deve ser esta forma ampla e sublime de caridade para com os mais necessitados em primeiro plano, mas buscando o bem comum de todo cidadão, de toda comunidade, de toda a cidade, estado e ou país.
Veja também >
Profissão: Vereador http://bit.ly/n6kjaz 

A caminho do retrocesso? - Paulo Godoy

A caminho do retrocesso? - Paulo Godoy


Paulo Godoy - O Estado de S.Paulo
O confronto de ideologias quanto à participação do capital privado no desenvolvimento da infraestrutura vem aos poucos sendo superado no Brasil. O País foi capaz de incorporar o pensamento de que essas disputas são, na verdade, barreiras ao crescimento e que os recursos públicos e a própria lógica que regula as operações estatais são insuficientes para atender às demandas da população.
Apesar de, cada vez mais, a sociedade cobrar mais investimentos no setor, entraves e indefinições, especialmente no âmbito jurídico, ameaçam romper a conquista de um marco regulatório debatido ao longo de duas décadas numa área especialmente sensível - o saneamento básico. Um perigoso retrocesso se insinua, com o risco de pôr tudo a perder.
Dois exemplos desse retrocesso vêm do sul do País. No Paraná, uma emenda à Constituição estadual determina que o saneamento fique a cargo exclusivamente de empresas estatais ou de capital misto. Cria-se, assim, uma espécie de "reserva de mercado estatal", a despeito da comprovada dificuldade de investimento do setor público em garantir, sozinho, a universalização dos serviços. Uma ação direta de inconstitucionalidade questionando essa medida levou o tema para o Supremo Tribunal Federal, que vai avaliar se ela fere a Constituição federal. O Rio Grande do Sul segue pelo mesmo caminho, com uma proposta de emenda à Constituição semelhante à do Paraná, atualmente em discussão na Assembleia Legislativa local.
As propostas vêm acompanhadas por um discurso que usa como subterfúgio uma suposta proteção contra a "privatização da água", argumentando que o saneamento básico não pode ser tratado como "mercadoria". Trata-se, obviamente, de um equívoco deliberado ou motivado pelo velho ranço ideológico que ainda mostra relativo vigor no setor de água e esgoto.
Os municípios que decidem exercer sua autonomia e assumir a titularidade dos serviços - o que é garantido pela Constituição - passam por verdadeiras epopeias jurídicas quando abrem processos de licitação. É o caso de Santa Cruz e Uruguaiana, municípios do Rio Grande do Sul. Neste último, a empresa ganhadora do certame tem como meta eliminar, em até cinco anos, o esgoto a céu aberto (que atinge 92% dos moradores) e reduzir as tarifas de água e esgoto em, no mínimo, 10%. Investimentos previstos em contrato, metas estabelecidas e tarifas reguladas. Por que ser contrário à eficiência e à transparência?
Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, apenas 34% da população urbana brasileira conta com esgoto tratado. Ou seja, o serviço inexiste para 125 milhões de brasileiros. A iniciativa privada tem sido fundamental na tentativa de ajudar a equacionar o atraso atávico do Brasil nessa área, já publicamente reconhecido pelo governo federal. A infraestrutura no País tem avançado como resultado dessa soma de competências. De um lado, há o fortalecimento das instituições; do outro, a profissionalização do setor privado, com modelos administrativos cada vez mais eficientes e forte capacidade de investimento. Essa sinergia, contudo, só se tornou viável com a criação de um ambiente jurídico que trouxe a segurança necessária para que a participação da iniciativa privada não ficasse refém dos ânimos frequentemente instáveis da política. A estabilidade é indispensável para que o interesse público prevaleça.
O governo federal estabeleceu a Política Nacional de Saneamento Básico com o advento da Lei n.º 11.445/2007, que determina, entre outros pontos, as condições para a prestação dos serviços que podem ser desempenhados por órgãos da administração direta ou indireta ou mediante concessão precedida de licitação. A própria Constituição federal assegura a autonomia dos municípios na decisão de questões locais.
Hoje a sociedade brasileira pode comemorar, no saneamento básico, parcerias bem-sucedidas entre os setores público e privado. Há exemplos nas cidades de Paranaguá (PR), Niterói (RJ), Campo Grande (MS) e Limeira (SP). Há também bons casos de parcerias público-privadas entre as companhias estaduais e empresas privadas nos Estados de São Paulo, com o sistema da Cantareira, e da Bahia, com o sistema de disposição oceânica de Salvador. Em geral, são municípios que estão trilhando o caminho de buscar apoio gerencial, operacional e financeiro na iniciativa privada para universalizar o acesso aos serviços e eliminar o passivo da falta de tratamento de esgoto.
As cidades que se estão adequando às normas do novo marco regulatório e aproveitando as inúmeras possibilidades de modelos de investimento que a legislação permite, tanto com empresas públicas quanto com concessionárias privadas, estão estabelecendo metas ousadas e satisfatórias. Em quase todos os contratos firmados nos últimos quatro anos e meio, desde que a lei foi promulgada, as obrigações assumidas pelos concessionários preveem universalizar o acesso aos serviços de água e esgoto em prazos médios que oscilam entre cinco e oito anos. É uma mudança drástica no cenário, pois no passado, antes da lei, as perspectivas mais otimistas indicavam que a universalização seria alcançada somente em 80 anos, pois o investimento avançava em ritmo muito lento, sem planejamento e políticas públicas adequadas. Com a regulação vigente, tudo isso, agora, está mudando.
A segurança jurídica conquistada com a Lei n.º 11.445/2007, porém, pode estar em xeque, com sério risco de escoar pelo ralo, enquanto mais de 5.500 cidades ainda precisam desenvolver o que há de mais básico para a qualidade de vida de suas populações. Cabe aos agentes públicos garantir que o saneamento não fique alheio à lógica que tem sustentado o desenvolvimento do País, nem refém de retrocessos ideológicos já sepultados nas sociedades modernas.
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INFRAESTRUTURA E INDÚSTRIA DE BASE (ABDIB) 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Profissão: Vereador

Você lembra em quem votou para Vereador na última eleição? Em recentes pesquisas realizadas no estado do Paraná os números surpreendem, pois apontam que mais de 50% dos eleitores não lembram em quem votaram para vereador nas eleições de 2008.

Com base nestas pesquisas resolvemos fazer a nossa parte e questionar a profissão dos "políticos" eleitos, começamos na última segunda-feira (22) pela Câmara Municipal de Laranjeiras do Sul, fizemos a seguinte pergunta aos nove vereadores daquela casa de leis "Qual é a sua profissão", entre várias profissões descobrimos a mais "NOVA" PROFISSÃO: VEREADOR... confira no vídeo abaixo a resposta de cada vereador...


PROFISSÃO VEREADOR

O Congresso está liberou para criar cerca de 7.700 novas vagas de vereador, após muita polêmica e "interesses" esta decisão ficou a nível municipal, onde cabe aos próprios vereadores eleitos para esta legislatura decidirem, algumas cidades já decidiram pelo aumento do número de vereadores, outras tiveram decisão contrária, salvo raras exceções, são mais cabos eleitorais remunerados com dinheiro público em cidades pequenas.
O Brasil tem 5.565 municípios. Em 2008, a esmagadora maioria (4.878) abrigava menos de 30 mil eleitores. Um exército de 321.650 candidatos disputaram as eleições em 2008 a 52.137 vagas de vereador.

Os eleitos no interior participam, se tanto, de uma sessão semanal na Câmara Municipal local. Passam a maior parte do tempo ajudando seus chefes que serão candidatos na eleição seguinte a deputado, senador ou governador. É o bolsa-emprego na política.

Ser vereador é uma boa ocupação. O salário médio no interior chega a R$ 1.742,09. Nas capitais, sobe para R$ 6.622,55. Os dados são de 2005 e os únicos disponíveis (apurados pelo Senado).
De lá para cá, os gastos cresceram. Teresina, capital do Piauí, já paga R$ 9.200 aos seus 21 vereadores,em breve serão 29 com a nova regra.

Nem sempre foi assim. Da monarquia até o início da República, a maioria das cidades não remunerava vereadores. No século 20, disseminou-se o costume de pagar salários aos legisladores municipais.

Com seu viés falso moralista, a ditadura militar (1964-1985) ensaiou acabar com a farra. Baixou em 1965 o ato institucional nº 2 eliminando a remuneração de vereadores futuros, "seja a que título for". Os militares não aguentaram a pressão. Em 1967, recuaram. Permitiram salários para vereadores de capitais e de cidades com mais de 100 mil habitantes. Em 1975, liberaram geral.
É fácil entender por que o Congresso aprovará essa orgia de vereadores. São os políticos pensando neles mesmos. Mas, registre-se, tenebrosas transações assim só ocorrem por causa do vácuo deixado pelo silêncio dos eleitores.

Assembléia Legislativa do Paraná

Seguindo nossa reportagem fizemos contatos com os 54 deputados estaduais do Paraná através de telefonemas, emails e até via twitter, para todos os 54 deputados perguntamos "Qual sua profissão", apenas 7 deputados responderam (tiveram coragem de responder), confira abaixo quem respondeu e quais foram as respostas:

Deputado Edson Praczyk (PRB) - "Sou pastor por vocação, Tecnólogo (processamento de dados com ênfase em engenharia de software) por formação e radialista por profissão".

Deputado Enio Verri (PT) - "Economista, professor da UEM licenciado".

Deputado Augustinho Zucchi (PDT) - "Engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná"

Deputado Ney Leprevost (PSD)- Minha profissão é jornalista

Deputado Valdir Rossoni PSDB) - Empresário

Deputado Nereu Moura (PMDB) - Agricultor

Deputado Plauto Miró (DEM) - Agropecuarista e Empresário

Direito a uma reeleição....

Se todo continuismo é burro, não seria racional e salutar à democracia que se proibisse mais de uma reeleição para cada cargo eletivo? Ou seja, um vereador eleito somente poderia concorrer a uma reeleição e depois, obrigatoriamente, deveria pleitear outro cargo ( deputado estadual, por exemplo ) ou ausentar-se das urnas por um período de uma legislatura para novamente concorrer ao mesmo cargo? Assim evitaríamos os POLÍTICOS PROFISSIONAIS......
Se o sujeito foi reeleito uma vez, "descansa" uma legislatura e se retornar novamente eleito é porque seu trabalho foi aprovado e não esquecido em 4 anos, ou se ele foi eleito, reeleito e pleiteou e venceu para outro cargo eletivo é sinal que os eleitores aprovam a sua conduta e sua forma de trabalho.

POLÍTICA deve ser uma vocação, não uma forma de arrumar um emprego, muito menos um ENCOSTO financeiro ou opção de renda....

Qual a profissão do candidato em que você votou nas eleições de 2008 e 2010?

A vereador,Prefeito, Deputado Estadual, Deputado Federal, Senador, Governador e Presidente da República, não sabe? opine deixando seu comentário.

Opiniões...

Pedimos a sua opinião sobre a matéria acima, sobre o que você pensa sobre a constante renovação, se é saudável à democracia, pois evitam a criação de POLÍTICOS PROFISSIONAIS e de currais eleitorais, e que políticos ocupantes de cargos eletivos utilizem a máquina pública para se perpetuarem nos cargos, pois as "cadeiras" continuam, quer sejam ocupadas por CISCOS, CHICOS ou FRANCISCOS...deixe seu comentário.

Já está mais que na hora da gente mudar isso, eleger pessoas realmente interessadas em exercer e legislar e governar em favor do povo, em favor da coletividade, sem interesses pessoais ... ainda podemos mudar isso....CONSCIENTIZAÇÃO!!!

Por Cesar Minotto
Laranjeiras do Sul, 28 de Agosto de 2011




 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best WordPress Themes